sexta-feira, 13 de novembro de 2015

o fim da escravidão no Brasil - Luiza e nicoly

   A Lei de Bill Aberdeen refere-se a uma lei aprovada pelo parlamento britânico em Março de 1845 e que concedia ao Almirantado Inglês o direito de aprisionar navios negreiros (navios que transportavam  escravos capturados no continente africano), que realizassem o transporte de cativos da Africa para as Américas (incluindo-se aí inclusive os casos de navios em águas territoriais brasileiras), e de julgar seus comandantes.
   A Lei Eusébio de Queiroz foi a legislação que proibiu definitivamente o tráfico de escravos para o Brasil, consagrando para a história de seu autor, Eusébio de Queiroz Coutinho Matoso Câmara, na época ministro. Aprovada em 4 de setembro de 1850, apesar de não ter sido a primeira a proibir o tráfico de africanos para o país, foi a primeira a surtir impacto relevante sobre a escravidão.
   A Lei do Ventre Livre, também conhecida como "Lei Rio Branco" foi uma lei abolicionística, promulgada em 28 de Setembro de 1871 (assinada pela princesa Isabel). Esta lei considerava livre todos os filhos de mulheres escravas nascidos a partir da data da lei.
   Promulgada em 28 de Setembro de 1885, a Lei dos Sexagenários concedia liberdade apenas aos escravos com mais de 65 anos, que já não dispunham de força e disposição para encarar as péssimas condições de trabalho cedidas pelos senhores de engenho.
   Apos uma longa batalha dos abolicionistas para acabar com a escravidão no Brasil no século XIX, no dia 13 de Maio de 1888 finalmente é sancionada a Lei Áurea que tinha por finalidade libertar todos os escravos que dependiam dos senhores do engenho e das elites cafeeiras.

O FIM DA ESCRAVIDÃO NO BRASIL JÚLIA, THALITA E CLAÚDIA.


Bill Aberdeen 
Refere-se a uma lei aprovada pelo parlamento britânico em março de 1845 e que concedia ao Almirantado Inglês o direito de aprisionar navios negreiros (navios que transportavam escravos capturados no continente africano), que realizassem o transporte de cativos da África para as Américas (incluindo-se aí inclusive os casos de navios em águas territoriais brasileiras), e de julgar seus comandantes.

Lei Eusébio de Queiróz
Foi a legislação que proibiu definitivamente o tráfico de escravos para o Brasil, consagrando para a história o nome de seu autor, Eusébio de Queirós Coutinho Matoso Câmara, na época ministro. Aprovada em 4 de setembro de 1850, apesar de não ter sido a primeira a proibir o tráfico de africanos para o país, foi a primeira a surtir impacto relevante sobre a escravidão.

Lei do Ventre Livre
Começaram, pois, a surgir leis que foram o início da libertação dos escravos no Brasil, entre elas, a Lei do Ventre Livre, também conhecida como “Lei Rio Branco” que foi promulgada em 28 de setembro de 1871, e considerava livre todos os filhos de mulheres escravas nascidos a partir da data da lei.Segundo esta lei, as crianças ficariam sob a custódia dos seus donos ou do estado até os seus 21 anos, depois desta idade poderiam ficar livres. Até lá, no entanto, eles acabariam servindo como escravos da mesma forma. Esta lei, porém, não chegou a beneficiar ninguém, pois em 1888 foi promulgada a Lei Áurea, que traria a liberdade a todos os escravos.
Lei dos Sexagenários
Promulgada em 28 de setembro de 1885, a Lei dos Sexagenários concedia liberdade apenas aos escravos com mais de 65 anos, que já não dispunham de força e disposição para encarar as péssimas condições de trabalho cedidas pelos senhores de engenho.
Na prática, essa lei não mudava em nada a relação dos patrões com os escravos. De fato, dava mais autonomia aos donos dos grandes cafezais em dispensar mão-de-obra que não produzisse.

Lei Áurea

Após uma longa batalha dos abolicionistas para acabar com a escravidão no Brasil no século XIX, no dia 13 de maio de 1888 finalmente é sancionada a Lei Áurea, que tinha por finalidade libertar todos os escravos que dependiam dos senhores de engenho e da elite cafeeira.

Barão de Mauá.Leon, Robert e Fernando.



Biografia de Barão de Mauá


Barão de Mauá ou Visconde de Mauá foi industrial e político brasileiro.O Barão de Mauá (1813-1889) nasceu em Arroio Grande no Rio Grande do Sul em 28 de dezembro de 1813. Filho do fazendeiro João Evangelista de Ávila e Sousa e Maria de Jesus Batista de Carvalho.Em 1837 adquire uma chácara no Morro de Santa Teresa. Chamava seus empregados de meus auxiliares. Criou antipatia de senhores de engenho e também da corte, por dar abrigo a escravos foragidos.

O industrial de Barão de Mauá

Irineu Evangelista de Sousa, Barão de Mauá foi pioneiro no campo dos serviços públicos, fundou em 1852 a Companhia Fluminense de Transportes. Em 1853 criou a Companhia de Navegação a Vapor do rio Amazonas, obtendo o direito à navegação por 30 anos.Irineu Evangelista de Sousa, Barão de Mauá foi pioneiro no campo dos serviços públicos, fundou em 1852 a Companhia Fluminense de Transportes. Em 1853 criou a Companhia de Navegação a Vapor do rio Amazonas, obtendo o direito à navegação por 30 anos.Fundou, no final da década de 1850, o Banco Mauá, MacGregor & Cia, com filiais em várias capitais brasileiras, como também em Londres, Nova Iorque, Buenos Aires e Montevidéu. Ajudou a fundar o segundo Banco do Brasil pois o primeiro havia falido em 1829.

A visão empresarial de Mauá

Os seus primeiros passos como empresário foram marcados pela ousadia de projeto, apostando no emprego à tecnologia de ponta. Em toda a sua carreira preocupou-se com a correta gestão de recursos, marcada por uma administração descentralizada, onde a responsabilidade de cada indivíduo na cadeia de comando era valorizada. A sua política salarial expressava, em si própria, um investimento nos talentos de seus empregados, tendo sido pioneiro, no país, na distribuição de lucros da empresa aos funcionários.















BARÃO DE MAUÁ JÚLIA, THALITA E CLAÚDIA.

Biografia de Barão de Mauá:



 Barão de Mauá ou Visconde de Mauá (1813-1889) foi industrial e político brasileiro. Pioneiro da industrialização no Brasil. Foi um símbolo dos capitalistas empreendedores brasileiros do século XIX. Foi responsável por grandes obras como um Estaleiro, a Companhia Fluminense de Transporte e a primeira estrada de ferro ligando o Rio de Janeiro a Petrópolis.


 
Barão de Mauá  Irineu Evangelista de Souza - Foi um brilhante industrial, banqueiro, político e diplomata, nasceu no Brasil,em uma cidade chamada Arroio Grande, pertencente ao município de Jaguarão, Rio Grande do Sul.
Muito cedo perdeu o pai e, ao lado de um tio que era capitão da marinha mercante, mudou-se para o Rio de Janeiro.
A visão empresarial de Mauá

Convivendo em uma sociedade rural e escravocrata, o contato com a mentalidade empresarial britânica que, nos meados do século XIX, gestava a segunda fase da Revolução Industrial, foi determinante para a formação do pensamento de Mauá.

O seu estilo liberal de administrar era personalíssimo para o Brasil, país acostumado à forte centralização monárquica que o Poder Moderador, expresso na Constituição de 1824, havia reafirmado.

Barão de Mauá - Luiza, Nicoly e Mileni

  O Barão de Mauá - Nasceu em Arroio Grande no Rio Grande do sul em 28 de Dezembro de 1813. Ficou órfão de pai aos oito anos de idade, sendo entregue aos cuidados de um tio, capitão da marinha mercante. Em 1824 vai trabalhar como caixeiro da Companhia Inglesa Corruthers, especializada em importação. Aos 23 anos torna-se sócio gerente da empresa. Em 1837 adquire uma chácara no Morro de Santa Tereza. Chamava seus empregados de seus auxiliares. Criou antipatia de senhores do engenho e também da corte, por dar abrigo a escravos foragidos.
   Irineu Evangelista de Souza, o Barão de Mauá, foi a primeira figura proeminente entre a burguesia industrial na história do Brasil. Seus investimentos produtivos incidiram sobre vários ramos, desde os meios de transporte até a constituição de um banco evidenciando a diversidade de ramos em que ele atuou.
                                                                                                                                                                                                                       

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

BARÃO DE MAUA(MARLON E JUNIOR)


BIOGRAFIA DO BARÃO DE MAUÁ:foi um brilhante industrial, banqueiro, político e diplomata, nasceu no Brasil, em uma cidade chamada Arroio Grande, pertencente ao município de Jaguarão, Rio Grande do Sul.

barao de mauaMuito cedo perdeu o pai e, ao lado de um tio que era capitão da marinha mercante, mudou-se para o Rio de Janeiro.

Com 11 anos de idade já trabalhava na função de balconista em uma loja de tecidos; graças à sua esperteza foi progredindo aceleradamente. No ano de 1830 empregou-se em uma firma de importação de propriedade de Ricardo Carruther, com quem aprendeu inglês, contabilidade e a arte de comercializar. Com 23 anos subiu de posição, tornou-se gerente e pouco tempo depois sócio da companhia.

O INDUSTRIAL BARÃO DE MAUÁ:O Barão de Mauá fundou, no final da década de 1850, o Banco Mauá, MacGregor & Cia, com filiais em várias capitais brasileiras, como também em Londres, Nova Iorque, Buenos Aires e Montevidéu. Ajudou a fundar o segundo Banco do Brasil pois o primeiro havia falido em 1829.Em 1854 fundou a Companhia de Iluminação a gás do Rio de Janeiro e no dia 30 de abril inaugura 15 km da primeira estrada de ferro ligando o Porto Mauá na baía da Guanabara à encosta da Serra da Estrela. Entre os convidados estava Dom Pedro II, que no mesmo dia concede a Irineu o título de "Barão de Mauá". A locomotiva recebe o nome de Baronesa em homenagem à esposa do Barão. Inaugurou nesse mesmo ano o trecho inicial da União e Indústria, primeira rodovia pavimentada do país, entre Petrópolis e Juiz de Fora.



A VISÃO IMPERIAL DE MAUÁ

Barão de Mauá

                                     Biografia de Barão de Mauá

           Irineu Evangelista de Souza nasceu no município de Arroio Grande, distrito de Jaguarão, estado do Rio Grande do Sul, no dia 28 de dezembro de 1813. Com a morte do pai, João Evangelista, foi obrigado a viajar com o tio materno, João Batista de Carvalho, para o estado do Rio de Janeiro. Chegando ao Rio de Janeiro desembarcou na baía de Guanabara em 1823 onde encontrava-se a sede dos negócios de João Rodrigues Pereira de Almeida, este que seria seu patrão por vários anos até ser declarada a falência de seus negócios.

                                                      Visão empresarial

          
           A viagem que fez à Inglaterra foi de extrema importância para impulsionar as suas ideias, foi na Europa que ele viu e aprendeu a admirar toda a inovação, como já foi mencionado anteriormente. Seu primeiro empreendimento foi a construção de um estaleiro, o Estabelecimento de Fundição e Estaleiros Ponta da Areia, responsável pela produção de navios, caldeiras para máquinas a vapor, engenhos de açúcar, guindastes etc.
           Criou a primeira estrada de ferro do Brasil, a Companhia de Estrada de Ferro de Petrópolis, com sua locomotiva chamada de Baronesa, homenagem a sua esposa, que percorreu em vinte e três minutos os primeiros quinze quilômetros de trilhos do Brasil.
             
                   

                                            O industrial de Barão de Mauá


           Irineu Evangelista de Souza foi a primeira figura proeminente entre a burguesia industrial na história do Brasil. Seus investimentos produtivos incidiram sobre vários ramos, desde os meios de transporte até a constituição de um banco. Nascido no Rio Grande do Sul, na adolescência se mudou para o Rio de Janeiro, onde começou a trabalhar em uma empresa de importação.Posteriormente, viajou à Inglaterra onde entrou em contato com a sociedade urbana e industrial inglesa, que o fascinou. De volta ao Brasil, conseguiu um empréstimo para a aquisição de uma fundição em Niterói, no Rio de Janeiro, que foi transformada em um estaleiro naval.