segunda-feira, 15 de junho de 2015

O início da Revolução Francesa

Alunos : Pablo Vitorino P , Leon Gonçalves Vantroeyen

O início da revolução.A difícil situação econômica francesa foi agravada também em razão das diversidades naturais.Com a grande seca de 1788, a falta de produtos alimentícios espalhou o clima de desespero e de miséria.

O parlamento francês era denominado Estados Gerais, porque nele achavam-se representados os três Estados ou seja, os três grupos sociais que compunham a sociedade francesa.Assim ,cada estado tinha direito a um voto, independentemente do número de pessoas que representava.Esse sistema dava enorme vantagem ao clero e á nobreza ,que, com objetivos comuns, votavam sempre juntos,garantindo a manutenção de seus privilégios.

A oposição dos demais Estados a mudança do critério de votação estabeleceu um impasse politico. Luiz XVI determinou o encerramento das atividades parlamentares e o fechemento da sala onde se reuniam os deputados.


A Revolta dos Beckman (Maranhão, 1684) Junior e Thalisson

A revolta do Beckman teve inicio com uma revolta do fazendeiros, liderados por Manuel e Thomas Beckman e Jorge Sampaio.
Estes ficaram indignados com o funcionamento Companhia de Comércio do Maranhão, que vendia produtos europeus, como o bacalhau, azeite, vinho, tecido, farinha de trigo e comprar o que os colonos produzissem como as drogas do sertão, açúcar, algodão etc. A Companhia vendia seus produtos a preços muito altos e compravam os produtos dos colonos a preços baixíssimos, além de não cumprir o acordo sobre os escravos.
Thomas foi à Lisboa expor a situação para a Coroa portuguesa, esta teve uma reação dura: aprisionou Thomas, mandou tropas para combater os revoltados e nomeou um novo governador para Maranhão, os líderes do movimento foram todos enforcados exceto Thomas que foi deportado para Pernambuco.

Manuel Becman

A França no século XVIII, Fernando e Robert

O Desenvolvimento econômico da França melhorou muito, especialmente  nas áreas mais dinâmicas, como a comercial, a financeira e a industrial, foi acompanhada pelo fortalecimento econômico da burguesia.
O mesmo desenvolvimento não ocorreu no plano social e político.O Clero e a nobreza continuavam a gozar de privilégios como:

  • Isenção de tributos;
  • julgamentos e punições diferenciadas destinadas aos membros do terceiro estado;
  • o peso de sustentar o conjunto da França;
  • Suas guerras e
  • Gastos luxuosos
Buscando uma saída, em 1786, o governo Francês assinou um tratado comercial com a Inglaterra, adiando o pagamento de suas dívidas com os credores daquele país.





"As ideias iluministas na política e na economia".

Alunos: Luan e Tayane.

    Os iluministas pretendiam reorganizar o mundo com base na razão. Sua intenção não era de fazer pequenas mudanças locais, mas de mudar a base sobre a qual se organizava a sociedade até aquele momento. 
As ideias iluministas estenderam-se também à política, à economia e à análise social. Alguns autores deram mais atenção as mudanças na economia, outros a política, outros a educação. Às vezes, separamos os diversos aspectos de suas obras para melhor estudá-los.
Divulgando suas ideias, os iluministas criaram escolas de pensamento que influenciam Ocidente até os dias de hoje.

                                                 A teoria política liberal   

 Na teoria política liberal, um dos principais alvos da crítica iluminista era a monarquia absolutista.
Diversos autores formularam teorias que contestavam o poder absoluto do rei.
     Jonh Locke (1632-1704): foi um dos primeiros filósofos contestadores do absolutismo. Ele defendia a ideia de que a vida, a liberdade e a propriedade privada eram direitos humanos naturais (ou seja, ninguém poderia tirar do ser humano tais direitos).
Barão de Montesquieu (1689-1755): depois de analisar diversos regimes políticos, criticou o Estado absolutista francês e fez elogios ao governo inglês, que era controlado pelo Parlamento e não apenas pelo monarca. 
Montesquieu também desenvolveu a teoria da separação e da independência dos poderes do Estado, segundo a qual o governo deveria ser exercido simultaneamente pelo Legislativo, pelo Executivo e pelo Judiciário. Para ele, essa divisão impediria que algum poder quisesse se sobrepor aos demais. 
    Voltaire (1694-1778): era um pensador que se destacou nas atividades de panfletário, contista, historiador, poeta e dramaturgo. Voltaire ganhou fama por causa das vibrantes críticas que fez contra a Igreja e a censura de seu tempo. Ele não acreditava em um governo de base popular. Em seu livro "Cartas Inglesas", defendia uma monarquia que respeitasse os direitos individuais e na qual o rei fosse um homem "esclarecido".
    Jean- Jacques Rousseau (1712-1778): realizou  as críticas mais radicais à antiga ordem.
Em seus escritos, Rousseau se mostrou favorável à formação de um governo popular em oposição à monarquia absolutista. Suas ideias tiveram grande aceitação entre as camadas populares e a pequena burguesia europeia, principalmente quando defendia que a nova sociedade deveria ser composta, fundamentalmente, de pequenos proprietários e que o povo deveria exercer a sua autoridade diretamente, sem intermediários. 

Assembleia Nacional Constituinte [1789-1792]

   Nomes: Júlia Ripoll e Franciely Oliveira

Assembleia Nacional Constituinte. Em 14 de julho, grande numero de populares, incluindo mulheres, invadiu e tomou a prisão da Bastilha, onde se supunha haver muitas armas e prisioneiros, embora estivesse praticamente desativado. 
  
* A declaração dos direitos do homem e do cidadão, documento que regulamentava os direitos humanos e a cidadania, estabelecendo o direito a igualdade de todos os franceses perante a lei, o direito a liberdade e a defesa da propriedade.
* A liberdade consiste em fazer tudo aquilo que não prejudique os outros.

* Ninguém deve ser perseguido pelas suas opiniões, inclusive as religiosa.

* Estes, por sua vez, reagiam e a violência crescia. Os boatos de novas insurreições populares se generalizavam de tal forma que o período ficou conhecido como Grande Medo.

* Confiscar os bens da igreja e tornar cidadãos comuns indivíduos pertencentes ao primeiro estado por meio da Constituição Civil do Clero. 

* Foram chamados de refratários e considerados inimigos da Revolução.

   Para resolver a crise financeira que se agravava com a rebelião, os deputados decidiram, em 1790, confiscar os bens da igreja e tornar cidadãos comuns os indivíduos pertencentes ao primeiro estado por meio da Constituição Civil do Clero. Os padre que não juraram esse documento foram chamados de refratários e considerados inimigos da Revolução.
 Contrária às transformações que estavam ocorrendo, a alta nobreza foi para o exterior, buscando apoio para uma intervenção militar que pusesse fim à Revolução francesa.


Nomes: Júlia Ripoll e Franciely Oliveira


sexta-feira, 15 de maio de 2015

MARLON,CLAÚDIA A FISIOCRACIA E O LIBERALISMO ECONÔMICO


Os filósofos iluministas e os pensadores políticos liberais influenciaram novas ideias econômica:a fisiocracia e o liberalismo econômico que se opunham economia mercantilista.
Segundo o pensamento fisiocrata,tipico da França,a terra a unica fonte de riqueza,e a agricultura era a unica atividade verdadeiramente produtiva.
Em Grã-Bretanha cujo crescimento da produção ja era significativo,ganhou força uma nova  doutrina econômica  que ficou conhecida como liberalismo.Seus pressupostos foram formulados pelo escocês Adam Smith (1723-1790) em sua obra uma investigação da natureza e das causas da riqueza das nações.
Para Smith,a riqueza das nações era gerada pelo trabalho, exercido por indivíduos livres.Essa foi uma diferença  enorme em relação aos pensadores que lhe eram anteriores, que julgavam ser os metais preciosos ou a terra  os geradores de riqueza.
 A economia também possuía leis próprias,que funcionariam naturalmente,sem necessitar da intervenção do governo.Os liberais adotavam o lema fisiocrata do Laissez-faire, Laissez-passer,ou seja, ''Deixe fazer,deixe passar''.
 Seria a busca da satisfação dos diferentes interesses individuais dos homens livres que atuariam como uma "mão invisível"conduzido o conjunto das transações individuais para o melhor resultado possível.
 Segundo esse critério,a intervenção do Estado no mercado,conforme praticado no sistema mercantilista,atrapalhava o desenvolvimento econômico.
A obra de Smith e considerada,ainda hoje,um manual do capitalismo liberal.

Pablo,Leon e Fernando: A independencia das 13 colônias da América do Norte.

Os colonos das 13 colônias ingleses da América do norte




Enquanto na Europa uma burguesia rica desejava ascender politicamente, a América as elites coloniais almejavam o fim das restrições comerciais do velho mundo.Os colonos das 13 colonias inglesas da América do norte passaram a questionar o domínio metropolitano iniciando, dessa maneira, um movimento de emancipação política.Influenciadas pelo exemplo norte americano, a sociedade coloniais da América  ibérica passaram também a questionar a dominação metropolitana.
  Na região norte predominaram as pequenas e médias propriedades que usavam mão de obra livre e produziam para atender as necessidades do mercado  interno.Nas colonias sulistas, predominou uma agricultura de produtos tropicais, realizada em latifúndios escravistas e voltada para exportação, o que as tornava muito mais vinculada a metrópole.
Ao longo dos séculos XVI e XVII, as colônias norte americanas gozavam de relativas autonomia administrativas em relação a metrópole inglesa.
   A partir de meados do séculos XVIII, essa situação em relativo entendimento entre a metrópole e as colônias norte americanas começou a mudar.Nessa época, o agravamento dessas relações deu-se com a guerra do sete anos travada entre a frança e Inglaterra.
    A guerra dos sete anos provocou sérias dificuldades financeiras aos cofres britânicos, para supera-las o governo inglês criou novos impostos sobre as suas colônias.A lei do açúcar , que impedia o comércio intercolonial do produto, e a lei do selo, que taxava a circulação de impressos na colônia desencadearam um grande boicote organizado pelos colonos.