segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Analise da fotografia Leandro e Rodrigo/ 8B

                                                 

    ANALISE  DE  FOTOGRAFIA



Jean baptiste debret pintor, desenhista, gravador,professor, decorador, cenografo. e foi aluno  de Jacques-Louis David. Debret veio ao rio de janeiro apos a queda do imperador, ea morte do seu unico filho, Jean retorna a frança em 1821. a pintura foi feita pois era um dia importante(volta da familia real a Portugal) . todos na fotografia estao se despedindo, esse fato torna dom pedro a assumir a posiçao de principe regente. a pintura foi feita em 1821 com tintas no porto do rio de janeiro com bastante pessoas se despedindo da familia real, nao temos nenhuma pessoa importante nessa pintura a nao ser familia real. nessa fotografia, estamos no porto do rio de janeiro com escadarias, barcos, velas, predios e casas.


sábado, 13 de setembro de 2014

Análise da Foto Djulia e Eduarda

 A gravura é de 1875, de Félix Philippoteaux, representando a conquista da Cidade de Porto, em Portugal, em 1809, pelas tropas francesas de Napoleão Bonaparte. O povo português ficou á mercê dos invasores e iniciou a resistência. Pouco mais tarde, contou com o apoio inglês e com desgaste das tropas napoleônicas nas guerras europeias para conseguir, por fim, expulsar o exército francês do reino de Portugal.
 Os processos de independência da América portuguesa e da América espanhola foram parecidos. Ambos foram influenciados pelas guerras europeias que se seguiram á Revolução Francesa, irradiando os princípios iluministas e liberais, e pela ascensão da Inglaterra industrial.
 Essa imagem é em Portugal, em 1875. Esta gravura mostra a Vinda da Família Real, mostra também algumas casas e o mar onde eles estão vindo barco.
 Na América Portuguesa, contudo, os efeitos das guerras napoleônicas sobre Portugal, que resultaram na vinda da família real para a colônia, deram transferência da sede do Império português para o Rio de Janeiro, capital da Colônia.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

ANÁLISE DE FOTOGRAFIA - FELLIPE RAMON E EDUARDA VAZ

 Jean Baptiste Debret

Estuda na academia de belas artes, de Paris, entre 1785 e 1789. aluno do pintor francês Jacques-
Louis David (1748 - 1825), forma-se, portanto, dentro dos ideais neoclássicos. Pintor de história, trabalha com arquitetos conceituados na ornamentação de edifícios públicos e particulares. Em torno de 1806 é pintor na corte de Napoleão. Integra a Missão Artística francesa, que vem ao Brasil em 1816, cujo primeiro objetivo é promover o ensino artístico no pais. Ambiente um pouco sujo, esta obra foi feita no ano de 1839. Escravos fazem o calçamento na rua da cidade de Rio de Janeiro, um pouco atras desses escravos há mulheres carregando algum tipo de cama feita de bambu, todos os escravos fazem alguma coisa, nunca ninguém ficava parado, todos trabalhavam.

Marina e Rafaela 8B- Analise de fotográfia

                                                 ANALISE DE FOTOGRAFIA
      O autor dessa obra é Miguel Paiva.
      Miguel Paiva é um cartunista, diretor de arte, escritor, autor de teatro,m ilustrador, publicitário, diretor, roteirista e comentarista de televisão, roteirista de cinema e jornalista brasileiro. 
      Começou a escrever aos dezesseis anos, para o jornal do Sports. Trabalhou no seminal jornal de humor carioca O PASQUIM. Publicou inúmeros livros, tanto no Brasil, escreveu musicais em parceria com Zé Rodrix e fez vários cenários e figurinos para o teatro.
      Para mim eu consigo ver nessa imagem Dom Pedro I, declarando a independência, no século XIX do ano de 1882.
      Eu acho que no ano de 1822, as fotográfias eram feitas com papéis opacos e muitos eram pintados de branco e preto. 
     Na imagem aparece Europeus, Portugueses e Espanhóis... 
     Estão comemorando a independência do Brasil enquanto sem entender nada a criança pergunta para sua mãe o que estava acontecendo e a mãe sem saber também responde " Deve ser um novo produto inglês...".
    A independência do Brasil foi dirigida pela elite rural teve apoio da Inglaterra e  o povo ficou com espectador.



Análise de fotografia - Amanda e Raphaela

 
   O autor da fotografia é Jean Baptiste Debret.
   Nasceu em Paris, em 18 de abril de 1768. Ele foi um pintor, desenhista e professor francês.
   Uma de suas obras serviu como base para definir as cores a formas geométricas da atual bandeira republicana, adotada em 19 de novembro de 1886.
   Sem o seu trabalho, não haveria imagens mostrando o sofrimento dos escravos ou como era a vida da população brasileira nas ruas e até mesmo em suas casas. Desenhista atento ás questões sociais, o artista conferiu também dignidade aos índios que tratou.
   "Calceteiros" Pintura realista, de 1824, exposta no Museu Castro Maya, no Rio de Janeiro. Feito com aquarela sobre papel.
   Na fotografia vejo trabalhadores e casas á sua volta, elementos de luz e sombra, e com alguns contrastes.
   Os trabalhadores estão calçando a rua, que é geralmente desempenhado por escravos. Percebe-se que é preciso dois trabalhadores para fazer o calçamento de uma só parte da rua. E más atrás, outros escravizados fazendo um serviço mais demorado e mais trabalhoso. E do lado, a rua está interditada por conta do calçamento que estão fazendo.
   Do lado esquerdo, equipamentos de construção, como pás, e outros objetos que precisaram ou precisarão para fazer o calçamento da rua mais completo.
   O tipo de roupa que estão usando é bem simples, e tem fisionomia humilde.

Sharon Análise da fotografia

                            

  Análise de Imagem


  O autor da fotografia é Henri Félix Emmanuel Philippoteaux um artista Francês nascido em Paris, França. Ele estudou Arte no estúdio de Leon Cogniet. Seu primeiro trabalho foi exibido no salão de Paris em 1833. A imagem foi fotografada em Portugal, em 1875. Na época da foto ainda não existia câmeras fotográficas, então é provável que a foto tenha sido pintada em um quadro, a mão.
  Na foto não há nenhum personagem. Na imagem dá para ver vários prédios, casas, um rio, uma ponte que parece estar partida ao meio e de baixo da ponte há vários botes, ou barcos, não dá para ver o que realmente é.





sexta-feira, 22 de agosto de 2014

REVOLUÇAO INDUSTRIAL CHARQUEADAS EDUARDA,DJULIA E MARCELO 8B


                                                   Mineiros trabalhando em Minas de Carvão


                                            Operários Ingleses






1- O crescimento populacional e o acelerado êxodo rural determinaram o aparecimento das grandes cidades industriais: Em 1880, Londres e Paris já contavam, respectivamente, com 4 e 3 milhões de habitantes.

2-Esses grandes aglomerados humanos originam os mais variados problemas de urbanização: abastecimento de água, canalização de esgotos, produção e fornecimento de mercadorias, modernização de estradas, fornecimento de iluminação fundação de escolas, construção de habitações, etc.

3- Esgotos entupidos, entulhos nas calçadas, falta de lixeiras espalhadas pela cidade, ruas e calçadas esburacadas, poluição do ar.

4-Tinha menos de mil pessoas,e eles viviam do charque,e iam de charqueadas a porto alegre no barco a vapor.

5- No aspecto social, estabeleceu-se um distanciamento cada vez maior entre o operariado (ou proletariado) e os capitalistas, donos dos meio de produção. Grupos sociais distintos em quase tudo já não estavam mais em contato direto: trabalhadores especializados assumiam as funções de organização e supervisão do trabalho operário nas empresas fabris e comerciais.

6- Não, Na avenida 7 de setembro ficavam os operários. Os mineiros não moravam nas melhores casas, eram boas, Havia uma diferença entre o pessoal da administração e os operários , tinha bastante diferença. E algumas casas dos engenheiros tinham até piscina, eram casas enormes do Doutor Moreira e Doutor Ramos. Entrevistamos o Larri Oliveira Lopes com 56 anos de idade.

7-O mercado de trabalho, a principio absorvia todos os braços disponíveis. A mão de obra de mulheres e crianças também era exploradora e as jornadas de trabalho de trabalho oscilavam entre 17 e 18 horas diárias. Os salários já reduzidos, tendiam a diminuir ainda mais diante da necessidade de redução dos preços finais dos produtos, provocada pela competição entre empresas.

8- Todavia, não existiam leis q protegessem os trabalhadores. Muitas vezes os salários eram tão baixos que os operários se recusavam a trabalhar. Más o Estado não permitia que o trabalhador se recusasse ao trabalho se denunciado poderia ser preso ou obrigado ao trabalho pelo governo. Se fosse pego uma segunda vez, poderia ter a orelha cortado ou o rosto.

9-La na parte onde ele trabalhava era 12 horas mais ou menos.o salario era bom,dava para se sustentar a família e sobrava.


10-Liderados por um trabalhador chamado  Ned Ludd, o movimento Ludita ou ludismo, Como ficou conhecido pretendia resolver o problema da miséria social com a destruição das maquinas nas fabricas. A iniciativa foi deprimida com a pena de morte e deportação dos envolvidos.

11-Os trabalhadores organizaram em sindicatos, lutaram para defender seus interesses exigindo só os salários dignos  mas a redução da jornada de trabalho melhores condições de assistência  e segurança social aposentadoria e repouso semanal remunerado o que hoje chamamos de legislação trabalhista.

12- Na década de 1830, os operários ingleses participaram com outros grupos sociais do movimento cartista. Reivindicavam, entre outras coisas, a extensão do direito de voto, até então restrito aos cidadãos ricos, ás camadas menos favorecidas da população.

13-Na época que funcionavam as minas reivindicavam melhores condições de trabalho principalmente no que diz respeito a segurança e equipamento de proteção individual. no metalurgicos reivindicavam melhor condição de trabalho e salários adequados a função.