sexta-feira, 13 de junho de 2014

INCONFIDÊNCIA MINEIRA

Eduarda e Raphaela

1-Desde meados do século XVIII fazia-se sentir o declínio da produção aurífera nas Minas Gerais. Desde 1783 fora nomeado para governador da capitania de Minas Gerais D. Luís da Cunha Meneses, reputado pela sua arbitrariedade e violência. Sem compreender a real razão do declínio da produção aurífera - o esgotamento das jazidas dealuvião - e atribuindo o fato ao "descaminho" (contrabando), a Coroa instituiu a cobrança da "derrama" na região, uma taxação compulsória em que a população de homens-bons deveria completar o que faltasse da cota imposta por lei de 100 arrobas de ouro (1.500 kg) anuais quando esta não era atingida. Era também descontado o quinto 20% do ouro e da quantidade escravos (capitalização).

2- Estes fatos atingiram expressivamente a classe mais abastada de Minas Gerais (proprietários rurais, intelectuais, clérigos e militares) que, descontentes, começaram a se reunir para conspirar. A conjuração pretendia eliminar a dominação portuguesa de Minas Gerais, estabelecendo um país independente. Entre outros locais, as reuniões aconteciam em casa de Cláudio Manuel da Costa e de Tomás Antônio Gonzaga, onde se discutiram os planos e as leis para a nova ordem, tendo sido desenhada a bandeira da nova República, – uma bandeira branca com um triângulo e a expressão latina"Libertas Quæ Sera Tamen" - , cujo dístico foi aproveitado de parte de um verso da primeira écogla de Virgílio e que os poetas inconfidentes interpretaram como "liberdade ainda que tardia".


3-Tiradentes, o conjurado de mais baixa condição social, foi o único condenado à morte por enforcamento, sendo a sentença executada publicamente a 21 de abril de 1792 no Campo da Lampadosa. Outros inconfidentes haviam sido condenados à morte, mas tiveram suas penas reduzidas para degredo, na segunda sentença. A casa onde ele viveu foi destruída. Após a execução, o corpo foi levado em uma carreta do Exército para a Casa do Trem (hoje parte do Museu Histórico Nacional), onde foi esquartejado. O tronco do corpo foi entregue à Santa Casa de Misericórdia, sendo enterrado como indigente. A cabeça e os quatro pedaços do corpo foram salgados, para não apodrecerem rapidamente, acondicionados em sacos de couro e enviados para as Minas Gerais, sendo pregados em pontos do Caminho novo onde Tiradentes pregou suas ideias revolucionárias. A cabeça foi exposta em Vila Rica (atual Ouro Preto), no alto de um poste defronte à sede do governo. O castigo era exemplar, a fim de dissuadir qualquer outra tentativa de questionamento do poder da metrópole. Tiradentes, ao contrário do que se pensa, não tinha barba e cabelos longos quando foi enforcado, na prisão, onde ficou por algum tempo antes de cumprir sua pena, teve o cabelo e barba raspados para evitar a proliferação de piolhos, a própria posição de alfere não permitia tal aparência. 







sexta-feira, 2 de maio de 2014

III REPERCUSSÕES


Eduarda e Yasmin
III Repercussões
O iluminismo difundiu-se por toda a Europa porém, as idéias democráticas dos iluministas pela nobreza.
Os burgueses receberam as idéias iluministas que correspondiam ao seus interesses econômicos, o grupo social dinâmico não participava reformaram as instituições políticas, sociais, econômicas e religiosas sem diminuir o poder ideal.
Aboliram alguns privilégios da nobreza  e do clero puseram  fim  ás torturas.

Marques de pombal ministro de D.José I rei de Portugal foi um exemplo  de despodismo  pais tava passando por crise financeira e econômica.
Fortaleceu no brasil o autor dos governadores-gerais em 1763 transferiu a capital de salvador para rio de janeiro.

 A tolerância

Não é aos homens que me dirijo, é a ti, Deus de todos os seres, de todos os homens e de todos os tempos(...). Que as pequenas diferenças entre as vestimentas que cobrem nossos fracos corpos, entre nossos costumes ridiculos, entre todas as nossas leis imperfeitas, entre todas nossas opiniões insensatas(...) que todas essas pequenas nuances que destingem os átomos chamados homens não sejam motivos de perseguição.

*O que esse documento nos faz pensar sobre a sociedade da época? Que ideias iluministas aparecem nesse documento?

Que as pequenas diferenças entre as vestimentas que cobrem nossos fracos corpos, entre todas nossas opiniões insensatas que todas essas pequenas nuances que destinguem os átomos chamados homens não sejam motivos de perseguição.

A divisão dos poderes 

Quando na mesma pessoa, ou no mesmo órgão de governo, o poder legislativo está unido ao poder executivo não existe liberdade se o poder judiciário (poder de julgar) não estiver separado do poder legislativo (poder de fazer as leis) e do poder executivo (poder de executar, de por em pratica as leis).

*Segundo o autor, o que garante a liberdade? Para ele, qual era o papel do povo? Essas ideias eram favoráveis ou contrarias á forma de governo existente na época na frança?

Se o poder judiciaria estiver com o poder legislativo e com o poder executivo garante liberdade.

O contrato social

Já que nenhum homem tem uma autoridade natural sobre o seu semelhante e já que a força não produz nenhum direito, restam 

O DESPOTISMO ESCLARECIDO

       MARINA E RAFAELA
              O despotismo esclarecido

>o iluminismo difundiu-se por toda a Europa.Obras iluministas foram proibidas ou lançadas a fogueira.
>os burgueses receberam com entusiasmo as idéias iluministas, que correspondiam ao seus interesses econômicos.Seus negócios eram submetidos as regras comercias impostas pelo governo.
>alguns reis e imperadores adotaram parte do pensamento iluminista: reformaram as instituições políticas, sociais, econômicas e religiosas de seus países.
>aboliram alguns privilégios da nobreza e do clero.
>puseram fim as torturas.
>estabeleceram a tolerância religiosa.
>diminuirão o poder de clero e da nobreza feudal.
>incentivarão a educação política construindo escolas.
>aperfeiçoaram  o sistema de impostos,tornando-o menos opressivo para o povo.
>o governo do marques de pombal, ministro de D. Jose I,rei de Portugal entre 1750 e 1777.
>o pais passava pela uma crise financeira e econômica.
>no Brasil,fortaleceu a autoridade dos vice-reis e dos governadores gerais,substituiu em 1750.
>em 1763,transferiu a capital de salvador para o rio de janeiro.

doc.1
Voltaire:sobre a tolerância 
''Não é aos homens que me dirijo, é a ti,Deus de todos os seres, de todos os homens e de todos os tempos(...).Que as pequenas diferenças entre as vestimentas que cobrem nossos fracos corpos, entre nossos costumes ridículos, entre todas as nossas leis imperfeitas, entre todas nosso opiniões insensatas,(...),que todas essas pequenas nuances que distinguem os átomo chamados homens não sejam motivos de perseguição.''

Oque esse documento nos faz pensar sobre a sociedade da época?que ideias iluministas aparecem nesse documento?
que as pequenas diferenças entre os vestimentas que cobrem nossos fracos corpos, entre nossos costumes ridículos, entre todas nossas opiniões insensatas.

doc.2
Montesquieu:sobre a divisão dos poderes 
''Quando na   mesma pessoa,ou no mesmo órgão de governo,o poder Legislativo Executivo,não existe liberdade (...) E também não existe liberdade se o poder Judiciário(poder de julgar)não estiver separado do poder Legislativo(poder de fazer as leis) e do poder Executivo (poder de executar,e de por em pratica as leis)

Segundo o autor,o que garante a liberdade?Para ele,qual era o papel do povo?Essas ideias eram favoráveis ou contrárias á forma de governo existente na época na França?
O poder legislativo está unido ao poder executivo,não existe liberdade.Quando na mesma pessoa,ou no mesmo órgão do governo,não estiver separado do poder Legislativo.

já que nenhum homem tem uma autoridade natural sobre o seu semelhante e já que a força não produz nenhum direito, restam, pois, os contratos (pactos) para a base de toda a autoridade legítima entre os homens(...)Já vimos que  o poder legislativo pertence ao povo e só a ele pode pertencer.(...)Opoder pode, em primeiro lugar, entregar o governo a todo o povo ou á maior parte do povo.  

A SOCIEDADE NO PERÍODO ABSOLUTISTA

FELLIPE RAMON E EVERTON
A sociedade no período absolutista

   A desigualdade perante a lei e os impostos marcaram a  sociedade do país na monarquia absolutista. Estavam insetos de pagar impostos, mas entre as camadas sociais existiam desigualdade.
  Uma parte do clero vivia participando dos banquetes e solenidades. Alguns padres levaram grande importância na política nacional, enquanto isso, outros levaram uma vida miserável.
   Os nobres eram favorecidos pelo rei com pensões, muitos nobres que não residiam na corte, viviam com dificuldades, a pesar dos tributos que cobravam dos lavradores, quase sempre tinham que vender suas terras para pagar dividas.
 O restante da população compunha-se de uma camada que incluía desde ricos banqueiros até miseráveis. Os burgueses colocavam-se a serviço do estado. Em troca dos impostos, recebiam medidas que protegiam os negócios.
  A maioria vivia na miséria, e conservavam costumes feudais. A fome, as más colheitas e as doenças eram constantes.

 Nas cidades as condições eram melhores. Muitas instituições religiosas recolhiam os órfãos e lhe ensinavam um oficio. O sofrimento do povo não comovia as pessoas de alta burguesia.